Feeds:
Artigos
Comentários

Quem você quer ser?

Imagem

Chega ao Brasil pela Editora Sextante um livro inédito da jornalista americana Maria Shriver, ex-mulher de Arnold Schwarzenegger. A obra chama-se Quem você quer ser? e é baseada em um discurso que ela fez na formatura de seu sobrinho. O livro foi escrito antes da separação do ex-governador da Califórnia e relata o drama vivido por ela após ter que largar o emprego por conta da incompatibilidade entre seu trabalho e o cargo público do então companheiro. A autora fala também sobre o caminho que teve de trilhar para encontrar sua verdadeira identidade e mostra que a fama, a riqueza e o status não são sinônimos de sucesso.

Maria Shriver era sobrinha do ex-presidente americano John Kennedy e filha da criadora das Paraolimpíadas e do fundador do Peace Corps. Desde adolescente, ela já sabia o que queria ser: jornalista. Seu porto seguro sempre foi a profissão e, quando teve que largar o emprego, acabou entrando em uma séria crise de identidade. Neste livro, ela conta que, mesmo cercada de fama, precisou se sentir completamente vazia para enfim compreender que o que somos nada tem a ver com o que temos ou fazemos.

Enquanto lutava para reencontrar seu eixo, um sobrinho convidou-a para discursar em sua formatura no ensino médio. Maria ficou receosa, pois não sabia quais conselhos poderia dar àqueles jovens. Depois de muito pensar sobre o que dizer, finalmente descobriu que a resposta estava em sua incapacidade de descobrir sua verdadeira essência.

Assim, baseada em suas próprias dúvidas, Maria fez um discurso emocionante, que mais tarde se transformou neste livro, em que ela mostra a importância de olharmos para dentro de nós mesmos e descobrirmos aquilo que nos move. A americana fala sobre a dificuldade que as pessoas têm de seguir seu próprio caminho, perseguir seus sonhos, encontrar sua voz e viver de acordo com o que acreditam, e não com o que os outros esperam. E que esta é a única forma de alcançar uma existência plena de sentido e alegria.

“Aprendi que perguntar a nós mesmos não somente o que queremos ser, mas quem desejamos ser, é importante em cada fase de nossa vida, e não apenas quando estamos dando os primeiros passos no mundo. De certo modo, é como se estivéssemos dando esses primeiros passos a cada dia”, afirma a autora.

Escrito para quem busca um significado na vida, Quem você quer ser? revela que a identidade de um indivíduo não está no trabalho, no sobrenome ou na conta bancária. Cada pessoa é o reflexo do que está dentro de seu coração e só por meio dele é possível encontrar as respostas para as perguntas fundamentais da vida.

Sobre a autora:

Maria Shriver é jornalista e autora de seis livros. Como produtora executiva do documentário The Alzheimer’s Project, ganhou dois prêmios Emmy. Ela mora na Califórnia.

Sobre o livro:

Quem você quer ser?, de Maria Shriver

Preço: R$ 19,90

Páginas: 96

Formato: 14 x 21 cm

Sobre a Editora Sextante:

Fundada em 1998, a Editora Sextante tem como missão publicar livros com temas universais, que sejam claros, acessíveis e que tragam uma significativa contribuição para a felicidade, o bem-viver e o crescimento pessoal. A especialidade da Sextante são os títulos de autoajuda, espiritualidade e livros-presente, publicando também ensaios, livros de negócios e arte. Entre os autores, destacam-se James C. Hunter, Mark W. Baker, Bradley Trevor Greive, Domenico De Masi, Leonardo Boff, Augusto Cury e Brian Weiss.

 

Neste suspense com pitadas de poesia e lirismo, Nancy Pickard apresenta personagens impressionantemente reais e profundos. Dias de chuva e tempestade, lançamento da Editora Arqueiro, mostra a essência das pequenas cidades americanas e conta a história do misterioso assassinato de um casal de fazendeiros ocorrido há 23 anos na pacata cidade de Rose, no Kansas.

Hugh Senior e Annabelle Linder eram os fazendeiros mais ricos de Rose. Respeitado por seus valores morais sólidos, o casal sempre empregou rapazes problemáticos na fazenda High Rock. Mas o trabalho árduo no campo parecia não surtir efeito no vaqueiro Billy Crosby. O jovem teve a habilitação suspensa diversas vezes por dirigir embriagado, é suspeito de espancar a esposa e sempre apresentou um comportamento bastante agressivo.

A situação do rapaz se agrava no dia em que Hugh Senior o flagra dando chutes na cabeça de uma vaca. Demitido, ele se vinga matando o animal e derrubando a cerca da fazenda. Portanto, quando Hugh-Jay, filho mais velho dos Linder, é encontrado morto e sua esposa desaparece, Billy Crosby é imediatamente detido e acusado pelo crime. Em um julgamento realizado às pressas, o vaqueiro é condenado a cumprir pena em um presídio de segurança máxima.

Mas, 23 anos depois, o jovem advogado Collin, filho de Billy, prova que o julgamento do pai foi irregular e consegue sua libertação. Agora, o rapaz está disposto a desafiar toda uma cidade para limpar o nome da família e provar que seu pai é inocente e que todas as provas foram manipuladas por influência da família Linder.

Enquanto um novo julgamento não acontece, Jody Linder, que ficou órfã naquela noite tenebrosa, se vê obrigada a confrontar seus tios e avós para descobrir o que realmente aconteceu. Para isso, ela terá que remexer em velhos segredos de família e lidar com consequências imprevisíveis.

Sobre o livro:

Dias de chuva e tempestade, de Nancy Pickard

Preço: R$24,90

Páginas: 240

Formato: 16 x 23 cm

Tradução: Marcello Lino

Sobre o autor:

Nancy Pickard é autora de 18 romances, entre eles Virgin of Small Plains, com o qual foi indicada pela quarta vez ao Edgar, um dos mais respeitados prêmios dedicados à literatura de suspense. Já venceu o Anthony, o Macavity e o Agatha Awards. Mora em Merriam, no Kansas.

Sobre a Editora Arqueiro:

A Editora Arqueiro tem como missão publicar histórias de ficção empolgantes, tornar os livros cada vez mais acessíveis e despertar o amor pela leitura. Fundada em 2011, a editora é uma homenagem dos filhos Marcos e Tomás Pereira ao editor Geraldo Jordão Pereira, falecido em 2008, que era fã de histórias de suspense e foi o responsável por descobrir O Código Da Vinci, um dos maiores fenômenos editoriais de todos os tempos, antes mesmo de o livro ser lançado nos Estados Unidos. Entre os autores do catálogo estão James Patterson, David Baldacci e Harlan Coben.Imagem

O mais valente cavaleiro do reino. Um homem pronto para qualquer batalha, sempre disposto a defender sua honra, resgatar uma donzela em perigo e ajudar quem fosse preciso. Sua armadura, lustrosa e imponente, era a única imagem que todos enxergavam no cavaleiro, até mesmo sua mulher e filho.

O cavaleiro preso na armadura narra a dificuldade que muitas vezes temos em nos mostrar exatamente como somos, em baixar nossas armas e revelar nosso rosto. O homem desta fábula, em virtude de sua eterna prontidão, acaba se distanciando das pessoas que ama e perdendo sua verdadeira identidade.

Quando percebe que não mais consegue se desvencilhar da armadura, o cavaleiro parte em busca de seu eu esquecido no tempo, perdido nas guerras e na frieza dos sentimentos. Percorrendo a Trilha da Verdade, ele segue rumo ao autoconhecimento, buscando sua verdadeira face há tempos escondida pelo elmo, e reencontrando o sentimento que havia guardado na armadura por toda a vida.

Uma fábula atual, que fala diretamente a todos que se sentem presos aos compromissos e responsabilidades do mundo moderno, esquecendo aqueles que amam e deixando de lado seus verdadeiros desejos.

ROBERT FISHER escreveu muitos shows para a Broadway e roteiros para o cinema. Suas comédias ficaram bastante populares nos Estados Unidos, como também as centenas de programas escritos para rádio e televisão, entre os quais: “Alice”, “Good Times”, “All in the Family”, “The Jeffersons”.

O CAVALEIRO PRESO NA ARMADURA

Robert Fisher

112 páginas

Formato: 14x21cm

R$ 23,90

Nova Era

ISBN: 85-01-05744-4

http://www.record.com.br/novaera

Mônica Comenale é autora do livro “Enquanto as Hélices Giravam” um romance passado no cenário da aviação, em que Mônica faz um relato ficcional, baseado em fatos reais de suas experiências nacional e internacional, com shows aéreos e feiras de helicópteros em bases aéreas militares. 

Algumas informações do livro:

http://www.guiademulher.com.br/ver_noticias.php?cid=enquanto-as-helices-giravam-1

Marcos Silvestre

1 – Para qual classe social que você geralmente presta consultoria?

Nos últimos 20 anos já pude atender Clientes de todas as classes sociais, desde famílias da baixa classe baixa brasileira até a classe alta. Isto me deu muita elasticidade e conhecimento na área de Finanças Pessoais no País. Atualmente, tenho dois tipos de Clientes, ambos igualmente importantes, e sempre atendidos com o mesmo profissionalismo: 1) os comerciais que, para me remunerarem no valor horário de R$ 550/hora (pacote anual mínimo comercializado de 50 horas), têm necessariamente de ter escala econômico-financeira para compensar e valer a pena (estamos falando, portanto, de famílias da classe média alta para cima…), e 2) os Clientes laboratoriais, famílias que atendo a custo altamente subsidiado – ou até sem custo algum – pela necessidade de continuar ensinando/aprendendo, e também para dar um pouco de contribuição social na minha área profissional. 

2 – Você acredita que com apenas a leitura do livro é possível enriquecer em 12 meses?
Tornar-se rico, multimilionário, certamente não. Enriquecer no sentido de lidar mais positivamente com a renda que realisticamente você tem hoje, fazendo multiplicar o poder aquisitivo do seu dinheiro atual através de gastos mais econômicos, dívidas mais prudentes e investimentos mais dinâmicos, enfim, revolucionar seu relacionamento com o dinheiro a achar formas inteligentes de extrair dele mais qualidade de vida, isso certamente sim. É o que vejo acontecer de perto há 20 anos. 

3 – Você fez tudo o que você indica no livro?
Sem dúvida usei – e uso! – tudo o que ensino e se aplica à realidade financeira específica minha e de minha família. Brinco que lá em casa o “espeto do ferreiro é de ferro”, pois do contrário eu me sentiria sem a verdadeira – e indispensável – autoridade para ensinar o que ensino. E porque faço o que prego, eu e minha esposa somos “verdadeiramente ricos” no sentido do que propomos em 12 MESES PARA ENRIQUECER – O PLANO DA VIRADA: mesmo sem uma renda astronômica, conseguimos viver muito bem no dia a dia, fazendo nossas compras e pagando nossas compras em restrições, mas também nos planejando adequadamente para poupar e investir rumo a nossos principais sonhos de compra & consumo. E, de quebra, ainda conseguimos ser doadores regulares de dinheiro. 

4 – Qual a porcentagem de pessoas que enriqueceram depois de suas consultorias?
Qualquer família que adota a metodologia PROF® Programa de Reeducação e Orientação Financeira pode enriquecer em 12 meses (o prazo médio estabelecido na metodologia), ou menos. Não apenas meus Clientes particulares, mas também quem freqüenta os treinamentos especializados de minha empresa, a SILVESTRE Educacional, e também quem lê 12 MESES PARA ENRIQUECER pode sonhar – na prática – com uma vida financeira muito mais gratificante, sem para isso precisar ganhar na Mega Sena ou achar alguma fórmula mágica de ganhar mais dinheiro.

Agora,  conhecimento parado é remédio que não se tomou: simplesmente não surte efeito. Tem que botar em prática e, para isso, a metodologia PROF® traz excelentes conhecimentos, técnicas e ferramentas que qualquer pessoa ou família bem intencionada pode incorporar ao seu dia a dia. No começo, assim como em um processo de reeducação alimentar, tem que vencer a inércia. Aos poucos os benefícios começam a aparecer, e aí os vícios antigos são substituídos por novos hábitos sem os quais jamais se quer viver novamente.

5 - Existem pessoas que mesmo depois de sua consultoria faliram?Não, jamais atendi um Cliente que tenha feito exatamente o contrário de tudo o que pude lhe ensinar.

6 – O segredo é pagar tudo à vista. Como fazer quando você não dispõe do dinheiro?
Pagar tudo à vista – e com um bom desconto! – é “um dos segredos” para enriquecer de verdade, ou seja, aprender a dar o devido valor ao dinheiro que você não roubou e que foi muito sacrificado ganhar. Aliás, trata-se de um “segredo” que de segredo na realidade não tem nada. É justamente assim que a vovô fazia, comprava com o dinheiro que tinha, e não comprava com o que não tinha. E por isso mesmo não se enrolava tanto na sua vida financeira quanto as pessoas estão se enrolando hoje em dia.

Acredito que as pessoas que trabalham e ganham seu dinheiro de forma honesta têm o direito de querer o que é bom. Mas tem o dever de correr atrás do que é bom da forma mais inteligente, pelo menos se o que desejam é lidar bem com o dinheiro e extrair dele a máxima qualidade de vida que seus próprios recursos financeiros possam lhe proporcionar. A questão é como se vai conseguir o que é bom da forma mais rápida, menos sacrificada, e mais segura para o seu bolso.

Pense, por exemplo, no caso de duas vizinhas que queriam uma geladeira nova. 

Nenhuma das duas está hoje sem geladeira, porque muito pouca gente é assim tão carente que não tem uma geladeira em casa. E, cá entre nós, muito pouca gente tem uma geladeira realmente caindo aos pedaços, daquela que precisa ser urgentemente trocada porque já não gela mais nada e qualquer hora pode explodir. Essa seria a única situação que justificaria se fazer “qualquer negócio” do ponto de vista financeiro para trocar a tal geladeira, ou seja, pagar uma pequena fortuna de juros embutidos para se poder comprar imediatamente a tal geladeira, já que não tem o dinheiro para tanto – não se planejou para ter. 

A vizinha que não agüentar esperar, vai à loja e compra a geladeira em 12 X “sem juros” de R$ 143 = R$ 1.716 no total. Já a vizinha que não aguenta fazer desaforo para seu dinheiro, separa seus R$ 143 por mês na Poupança, e depois de 9 meses tem os R$ 1.300 para comprar a mesma geladeira à vista e com desconto, plenamente quitada, sem dever mais nada a ninguém. O que acontece com a 1ª vizinha se ficar desempregada e não puder pagar a dívida da geladeira. Seu nome vai para a Serasa/SPC, o que inclusive dificultará achar um novo emprego. E a 2ª? Não corre esse risco, porque não optou pelo caminha da dívida, exerceu sua paciência durante 9 meses (que passam rápido!), durante o quais investiu dinheiro e ainda ganhou juros sobre juros!

Ninguém nunca terá dinheiro sobrando no bolso para comprar os bens de valor mais elevado que se quer ou precisa comprar ao longo da vida. Então, quando for algo mais caro, tem de parcelar. É fato que a maior parte de nós jamais ganhará dinheiro suficiente de uma única vez para adquirir bens de valores mais elevados, aqueles que custam milhares de reais. Não estou só falando de adquirir imóveis, que podem custar centenas de milhares de reais, nem somente de comprar carros, que podem custar dezenas de milhares de reais. Estou falando também de itens pesados, porém de valor um pouco mais comedido, feito uma nova TV de LCD, uma nova geladeira com água gelada na porta, ou um novo conjunto de sofás, itens compráveis por algo como R$ 2 mil ou R$ 3 mil. Pois eu lhe pergunto: quem é que pode tirar R$ 2 mil ou R$ 3 mil do salário do mês, assim, numa paulada só, e dizer que não fez um buraco no orçamento? 

Então, se você tem um padrão de vida de classe média ou inferior, só há mesmo um jeito de comprar qualquer coisa de valor mais elevado, lá na casa dos milhares de reais: o jeito é comprar parcelado. É isso aí, não dá simplesmente para tentar tirar do ordenado do mês! Se você quiser mesmo ter aquele item, vai ter que ser parcelado, certo? Mas eu não estou dizendo com isso que sua única escapatória é parcelar no cheque, no cartão de crédito, no boleto do crediário… Todas essas formas de parcelamento consistem na prática de adquirir o produto antes, para pagar parcelado somente depois, o que parece muito tentador, é verdade, mas tem um terrível defeito: a carga extra de juros embutidos nesta história, juros sempre muito “salgados”, já que estamos no país que é recordista mundial de juros reais praticados ao consumidor.

Então, comprar antes para pagar parcelado depois, jamais poderia ser a forma de parcelamento que eu lhe recomendaria. Eu quero sugerir, isso sim, que você parcele antes, poupando e investindo uma certa quantia todos os meses, para poder efetuar a compra depois, à vista, sem incorrer no pagamento de juros, aliás, tendo inclusive recebido juros durante o período de aplicação, e na hora da quitação à vista pedindo um descontão! Pois dou-lhe um exemplo prático: a compra de uma TV de LCD.

Você tem os R$ 2 mil e poucos para dar numa tacada só? Puxado, não?! Então, há duas outras opções: 1ª) levar a TV para casa hoje, e pagar 24 prestações de R$ 100, durante 2 anos, ou então, 2ª) aplicar R$ 100 por mês na Caderneta de Poupança durante 18 meses (1 ano e ½), e comprar a TV à vista em “dinheiro vivo” por R$ 1.900, com um descontão de R$ 500 (que basta procurar para achar!), daqui a 1 ano e ½. 

Você é quem sabe: no primeiro caso, leve já e pague durante 2 anos. No segundo caso, “pague” (invista) durante 1 ano e ½, e depois leve a TV para casa já quitada, economizando 6 meses de prestação mensal de R$ 100, e ainda por cima já comprando uma TV de geração mais nova. Na nossa vida financeira, a pressa é inimiga do descontão, e é amiga do cabeção. 

7 – Pagar parcelado e sem juros também é uma má escolha?
Pagar parcelado e “sem juros” é algo que não existe (exceto por raríssimas exceções à regra). Como alguém concordaria em receber algo que poderia receber 100% à vista, no ato, parcelado sem nenhum acréscimo, correndo o risco de o devedor não pagar? E isso num país onde a taxa básica de juros (= taxa Selic) já é quase 1% ao mês? Isso não existe! Pesquise o menor preço à vista do produto, que é seu verdadeiro preço (se tem alguém que vende por menos, porque algum insensato pagaria mais?), e você verá que os juros estão lá embutidos. E mais: nunca são pequenos, ainda mais neste País que é o recordista absoluto de juros reais praticados ao consumidor. 

E essa triste realidade só permanece assim porque, guiados pela ilusão de que alguém lhes está oferecendo algo sem juros, muitos consumidores que não pesquisam e não querem fazer contas acabam fazendo compras imprudentes e, assim, dão pleno apoio a essa situação de exploração financeira.

8 – Faça suas considerações e complemente com o que achar necessário.
O dinheiro é como uma faca: use-o direito para descascar seu pepinos e terá uma bela salada; use-o com imprudência e acabará se ferindo. E jamais culpe a faca por isso: aprenda a usá-la de forma inteligente!

A série Escola Política oferece textos para a formação cívica e prepara para participação ativa na política e na sociedade, em partidos políticos, associações e grupos de interesse, ou mesmo como cidadão particular.
  • Editora: Konrad Adenauer Stif
  • Autor: RUBENS FIGUEIREDO
  • ISBN: 8575040596
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2004
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 74
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio
  • Marketing Político em Tempos Modernos

    Rubens Figueiredo

    Sinopse Completa
    “Espero que esse trabalho sejá útil a assessores,comunicadores e canditados. Ao contrário do que alguns publicitários que se dizem sintonizados com os astros preconizam, “mágica”,em campanha, não existe. Desconfie, sempre, dos que apresentam fórmulas prontas, rechace a improvisação e fuja das sugestões mirabolantes. De quem tem resposta para tudo e diz confiar mais no “feeling” do que nas pesquisas. Esqueça aqueles que “acham” isso “acham” aquilo. Quem assim age não é um profissional de marketing. É um mensageiro da enganação.”

    Dados técnicos:
    Editora: KONRAD ADENAUER
    ISBN: 857504124X
    ISBN-13: 9788575041246
    Edição: 1ª EDIÇÃO – 2008
    Numero de páginas: 198
    Formato: BROCHURA

    Seguir

    Get every new post delivered to your Inbox.